Num processo pouco transparente como é praxe da gestão Zema, a Cemig comunicou ontem, segunda-feira (17), de maneira lacônica, que o Banco do Brasil está inelegível para depósito dos salários da categoria eletricitária ativa. A gestão informa que será necessária a abertura de conta corrente em um dos três bancos a seguir: Bradesco, Itaú Unibanco ou Santander. Além disso, o prazo para migração para uma das instituições é até 30 de julho.
Não houve explicação sobre os motivos do descredenciamento do Banco do Brasil. A gestão da empresa tampouco parece se preocupar com os possíveis transtornos que tais mudanças possam causar para a categoria. Por isso, o Sindieletro enviou o ofício 038/2024 à Cemig nesta segunda-feira (17), solicitando explicações sobre a decisão e buscando propostas de possíveis medidas para minimizar os prováveis transtornos que a mudança do depósito salarial causará aos eletricitários.
Perguntamos: “Quais foram os critérios e as razões que levaram à decisão de descredenciar o Banco do Brasil como uma das instituições financeiras autorizadas a processar a folha de pagamento da Cemig? (...) Como foi conduzido o processo de seleção e credenciamento das novas instituições financeiras?”.
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No ofício, também solicitamos que “seja compartilhado conosco o processo completo de licitação ou de credenciamento, incluindo os critérios de seleção e as justificativas para a escolha dos bancos credenciados”. Também buscamos saber se há “algum suporte planejado para auxiliar aqueles que possam enfrentar dificuldades no processo de abertura de novas contas ou de migração de serviços bancários”, além de entender as outras implicações para os empregados com condições específicas, como aqueles que possuam empréstimos ou obrigações financeiras vinculadas ao Banco do Brasil.
O Sindieletro aguarda o retorno da Cemig e trará informações à categoria assim que possível para orientar e auxiliar no processo de transição.