A chegada das propostas de privatização da Cemig e da Copasa à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) levantou dúvidas sobre qual será o futuro dos funcionários das estatais. Enquanto o governo Romeu Zema (Novo) aposta que a desestatização provocará empregos mais qualificados, sindicatos como o dos Trabalhadores da Indústria Energética de Minas Gerais (Sindieletro) temem a perda de postos de trabalho.
Quando entregou as propostas para a ALMG, o governador em exercício, Mateus Simões (Novo), defendeu que a eventual privatização não acarretará qualquer tipo de prejuízo para os empregados de Cemig e Copasa. “Eles não vão sofrer nenhum rebaixo salarial. Continuam tendo os seus mesmos acordos e convenções coletivos (de trabalho) respeitados”, alegou Simões, que substitui o governador Romeu Zema (Novo), em missão internacional, até este domingo (17 de novembro).
Para o governador em exercício, as privatizações poderiam provocar até mesmo mais contratações. (...)
O coordenador geral do Sindieletro, Emerson Andrada, por sua vez, afirma que a Cemig é mais do que uma estatal. “Ela representa milhares de empregos, investimentos em projetos sociais e, acima de tudo, a garantia de acesso a uma energia limpa e sustentável, que impulsiona o desenvolvimento da sociedade mineira. Essa companhia, a Cemig, é construída e mantida com esforço e o recurso do povo mineiro”, alega ele.
Andrada ainda aponta que a privatização penalizaria os consumidores. “Nós não podemos ignorar que a privatização tem como objetivo principal aumentar o lucro, o que frequentemente acaba penalizando o consumidor, com tarifas elevadas, e com atendimento que deixa a maior parte da população desassistida”, diz o coordenador geral do Sindieletro, que ainda classifica a Cemig como “uma conquista social” e “motor de desenvolvimento para todo o Estado”.
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Fonte: O Tempo (com edições)