Somos trabalhadores, somos empregados da empresa e entregamos serviço de boa qualidade que gera lucro para a empresa, mesmo que na prática nossos companheiros sofram com a sobrecarga gerada pela falta de funcionários.
E não é só isso! Segundo denúncias, agora a empresa está atacando os trabalhadores com a compensação de horas de sobreaviso. Além disso, falta o kit para a devida manutenção nessa época de chuva e as oficinas do Quarteirão 14 foram esfaceladas, fechando processos que são de extrema importância para o setor elétrico e para a população.
E tem mais: trabalhadores denunciam a péssima gestão do processo de PCR na casa, que, obrigatoriamente, faz parte dos trabalhadores receber nota rebaixada. Parte do quadro da empresa sequer viu sua progressão ou de seus pares. É ataque contínuo ao nosso plano de saúde, uma das grandes obsessões dessa gestão.
A cereja do bolo: mesmo sabendo que é direito dos eletricitários, a gestão Zema na Cemig estica a corda e não respeita a decisão judicial que determina o pagamento da PLR 2022. É muito ataque, é muito desrespeito!
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Essas atitudes contrastam com o discurso propagado pela direção da empresa. Após entrar com processo judicial, a Cemig conseguiu, até que seja julgado definitivamente, que o Ministério do Trabalho e Emprego retirasse a estatal da lista suja do trabalho escravo, na qual a empresa foi inserida pelas condições análogas à escravidão constatadas na empresa terceirizada CET, que prestava serviço para a Cemig à época.
Em pronunciamento, afirmam que repudiam o desrespeito ao trabalhador. Que respeitam os direitos! Ora, o que vivenciamos é muito diferente. Respeito não é apenas prover o básico – como o direito humano e a erradicação do trabalho escravo –, mas cumprir compromissos que foram negociados e conquistados. É honrar a palavra e valorizar a vida dos trabalhadores.
Ataques por todos os lados: é dessa forma que a gestão pretende ajudar na melhoria da saúde mental dos trabalhadores? Não há limite para essa gestão? Há! E nós vamos colocar. Vamos defender o que é nosso por direito!