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Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais

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Sindieletro marca presença histórica na 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras

O Sindieletro esteve, mais uma vez, na linha de frente das lutas por igualdade, dignidade e justiça social, desta vez representado pela Secretaria de Mulheres. Denise Borges, nossa diretora integrante da coordenação da caravana do Comitê Norte de Minas, participou ativamente da 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras por Reparação e Bem-Viver, realizada em Brasília no dia 25 de novembro.

Com a capital federal tomada por um mar de mulheres, incluindo mães, filhas, irmãs, militantes e trabalhadoras de todas as regiões do país, o cortejo reafirmou a importância histórica da mobilização negra e feminina. Em cada canto, ecoou a voz de mulheres que reivindicam reparação histórica, fim do racismo e da violência e garantia de direitos fundamentais.

Reparação e Bem-Viver: bandeiras de luta permanente

Ao reivindicar reparação histórica pelas consequências do processo de escravização no Brasil, a marcha reafirmou que as desigualdades de raça, gênero e classe são interdependentes e que apenas transformações estruturais assegurarão dignidade real às mulheres negras. Além disso, o Bem-Viver, tema central desta edição, fortalece nossa luta por acesso universal à saúde, educação, moradia digna, justiça, segurança e oportunidades.

Dessa forma, o Sindieletro assume com orgulho esse compromisso, trabalhando por um Brasil onde todas as mulheres tenham seus sonhos e direitos respeitados e onde a presença feminina negra em todos os espaços, especialmente no mundo do trabalho, seja garantida.

União, organização e mobilização sindical

Assim como em outras mobilizações históricas, a exemplo da participação na 6ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, o Sindieletro reafirma que a construção de um movimento sindical feminista, diverso e inclusivo é essencial para fortalecer as lutas sociais no país.

Além disso, estar presente na Marcha das Mulheres Negras também significa reafirmar que os sindicatos devem ser espaços de acolhimento, representação e luta para as mulheres negras trabalhadoras, quilombolas, periféricas, mães, urbanas e rurais, que carregam nas costas a história da opressão e da superação.

A Marcha termina, mas a luta não. O Sindieletro sai de Brasília com a energia da mobilização, a voz fortalecida pela justiça e a convicção de que estará ao lado das mulheres negras em todas as frentes: no local de trabalho, nos territórios, nas ruas, nos debates e nas lutas sociais.

Seguiremos firmes, organizadas e unidas por reparação, por bem-viver e por igualdade.
Viva as Mulheres Negras! Viva as mulheres trabalhadoras de todo o Brasil! Viva o Sindieletro com suas mulheres de luta!