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Resposta ao Golpe

Ministros do TST, juízes e OAB reforçam campanha contra a terceirização

Primeiro foi divulgado um ofício assinado por 19 dos 26 ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) se posicionando contra as mudanças. No documento enviado à presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCCJ) da Câmara, os ministros alertam: que o projeto ‘certamente provocará gravíssima lesão social de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários no país’.


Logo em seguida, no dia 2, a Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), entidade representativa dos mais de 3.500 juízes do Trabalho do Brasil, entrou em campo para denunciar os riscos do PL, com um documento que trazia vários alertas.

A Anamatra afirmou que “é com perplexidade, incredulidade e espanto que notícias são lidas dando conta da adesão por parte de alguns partidos e parlamentares ao relatório do deputado Artur Maia, abandonando linha histórica que legitimou a atuação de cada um”. A entidade conclamou parlamentares e partidos, comprometidos com as causas sociais, para que rejeitem o PL 4.330/2004 e sigam em defesa de uma sociedade que busque a justiça social e não o aprofundamento da desigualdade social no Brasil.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), também manifestou sua posição contrária à aprovação do Projeto de Lei.