Resistência à reforma trabalhista



Resistência à reforma trabalhista

A direção do Sindieletro participou, na tarde desta quarta-feira de entrevista coletiva, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, juntamente com a CUT Minas, para avaliar a implantação da Reforma Trabalhista que entra em vigor no próximo sábado, 11.

As entidades denunciaram que o desmonte da CLT nem entrou em vigor ,mas, na mesa de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho, a gestão da Cemig já ameaça retirar direitos.  

O coordenador geral do Sindieletro, Jefferson Silva,  ressaltou que a gestão da maior estatal de Minas já sinaliza com a retirada de direitos e que tem intenção de usar a nova legislação para intensificar a terceirização e outras realidades preocupantes. “Mas deixamos bem claro que não aceitaremos a implementação dessa legislação para a retirada de direitos. Cobramos audiência com governo do Estado para negociar de fato a pauta dos trabalhadores”, anunciou.

A direção da Cemig tenta impor aos eletricitários a redução do valor do percentual das horas extras, a diminuição da verba do PCR de 1,2% para 0,6%, o fim do tíquete-extra (Vale Peru) e mudança nas cláusulas da Jornada de Trabalho, Linha Viva e dispensas imotivadas sem qualquer discussão ou diálogo com a categoria. Mas informamos que a Reforma Trabalhista e a retirada de direitos, no nosso ACT, não passarão!