ACT 2017-2018 - Nossa Campanha

 

 

 

Hora de votar - No dia 13 de novembro, começaram as assembleias promovidas pelo Sindieletro nas principais bases para analisar a proposta da Cemig para o Acordo Coletivo de Trabalho e para a distribuição da PLR. Para o Sindieletrro, propostas contém retrocessos. Indgnada, categoria comparece em peso às assembleias para dar a devida resposta à empresa.

Conselho Deliberativo se reúne no sábado, dia 11, data que entrou em vigor a Reforma Trabalhista. A direção coletiva do Sindieletro passou o dia avaliando as propostas da Cemig para o ACT e a PLR. Todos os itens foram rigorosamente analisados para se saber os impactos para a categoria. E o resultado não foi bom. São propostas ruins e que retiram direitos. Além disso, a empresa mantém-se radical na negação da nossa reivindicação de manter uma cláusula no nosso ACT que proteja toda a categoria eletricitária da Reforma Trabalhista. A reunião também definiu o calendário de assembleias para votar as propostas.

 

Nova proposta da Cemig - Na calada da noite, às 23h30 de uma sexta-feira, gestão da Cemig apresenta, por e-mail, uma nova proposta para o ACT. Muito ruim, com retirada de direitos e a inclusão de uma cláusula que não havia sido discutida nas reuniões anteriores, a nova proposição leva à convocação do Conselho Deliberativo do Sindieletro.

 

Contra a destruição da CLT - No dia 10 de novembro, os eletricitários se uniram a outras categorias para denunciar a continuidade do golpe que levou ao governo ilegítimo de Michel Temer e suas reformas que estãolevando o país de colta ao século 19. 

 

Resistência à Reforma Trabalhista - Três dias antes da Reforma Trabalhista entrar em vigor, a direção do Sindieletro participou de entrevista coletiva (dia 8), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, juntamente com a CUT Minas, para reafirmar os prejuízos do desmanche da CLT. 

 

Mobilização cresce - Solidariedade e união são as palavras-chave da nossa Campanha. Dia após dia, a mobilização da categoria eletricitária cresce, conquistando apoios importantes na luta contra a retirada de direitos.

 

Sede da Cemig ocupada - Os eletricitários se uniram aos trabalhadores rurais sem terra para cobrar do governador Fernando Pimentel compromissos inadiáveis como o acesso à energia para produtores rurais e o respeito aos direitos trabalhistas. A ocupação pacífica do Edifício Sede por três dias recebeu o apoio da categoria e deu visibilidade às lutas.

 

2ª Rodada de Negociação - No dia 31 de outubro, terça-feira, foi realizada a segunda rodada de negociações do ACT 2017/2018. O Sindieletro constatou a retirada de direitos e nenhuma cláusula para impedir a aplicação da Reforma Trabalhista para a categoria eletricitária . O Sindicato rejeitou a proposta na mesa e cobrou a retomada imediata das negociações.                                                                                                             

 

Demissões têm como resposta resistência e luta - Depois de prometer oficialmente suspender as demissões que marcaram o final da gestão tucana, a  direção da Cemig retomou, no dia 20 de outubro, a prática discriminatória de demitir trabalhadores e trabalhadoras que completaram 55 anos de idade. Dezenas de eletricitários receberam o comunicado de demissão bem no meio da campanha pela renovação do Acordo Coletivo de Trabalho que tem como um dos eixos centrais a defesa do emprego.

Imediatamente, o Sindicato divulgou nota repudiando as demissões e denunciando esta traição da direção da Cemig logo após a luta conjunta em defesa das usinas. O Sindicato também convocou todos os(as) trabalhadores(as), sem exceção, que se mobilizem contra esse ataque da gestão da empresa e do governo do Estado. 

 

 

Ato dos trabalhadores Cemig Telecom - No dia 20 de  outubro, os trabalhadores da Cemig Telecom, subsidiária integral do grupo Cemig, promoveram uma grande manifestação na portaria do edifício Sede, na avenida Barbacena. O protesto foi realizado, na reta inicial da campanha pelo ACT, durante reunião do Conselho de Administração da Cemig para discutir, entre outros assuntos, a venda do controle acionário da Cemig Telecom.

Criada há 18 anos, a subsidiária possui atualmente 117 trabalhadores em seu quadro próprio. Somado aos terceirizados, o número de trabalhadores é superior a mil e apresenta ótimos indicadores operacionais e financeiros. Mesmo assim a Cemig Telecom está entre os ativos que a holding quer se desfazer.

Com o protesto os trabalhadores questionaram os conselheiros sobre a venda da subsidiária e mostraram seu temor em perder os empregos pro uma política empresaria equivocada.

 

Primeira reunião de negociação - No dia 18 de outubro ocorre a primeira reunião de negociação pela renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2017-2018. Em mesa, a Cemig faz mais do mesmo: as velhas apresentações e lamentações sobre a situação financeira da empresa. O Sindieletro não caiu na conversa dos representantes da estatal e fez os devidos questionamentos, sempre contrapondo o posicionamento da gestão da estatal. Lembramos, acima de tudo, que se a Cemig encontra-se em situação dificil hoje, muito se deve à gestão temerária e quase criminosa que endividou a empresa ao extremo e distribuiu dividendos absurdos para os acionistas.

E reiteramos: para sair dessa, só com valorização dos eletricitários e eletricitárias! No encontro, tamém deixamos claro: Este ano, queremos agilidade nas negociações!

 

A mobilização já começou! - Após a entrega da Pauta de Reivindicações, a categoria eletricitária já se mobiliza por todo o Estado na luta por um bom fechamento de Acordo Coletivo de Trabalho. A todo momento chegam fotos da participação dos trabalhadores na Campanha. Se você ainda não enviou a sua, faça seu cartaz, defenda a nossa pauta e participe da luta!

 

Entrega da Pauta - No dia 9 de outubro, a categoria eletricitária realizou a entrega da Pauta de Reivindicações à Cemig. Este ano, o grande desafio dos trabalhadores e trabalhadores é a resistência frente à Reforma Trabalhista, aprovada pelo governo golpista. Nossa mobilização será para garantir a manutenção dos nossos direitos e conquistas, mas queremos muito mais. A nossa pauta também reivindica participação da categoria na discussão sobre os processos de trabalho, gestão da Cemig, usinas, saúde e segurança, Forluz, Cemig Saúde, além, claro, de cobrar a devida reposição das perdas econômicas e aumento real.